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UMA OBRA DE FICÇÃO ESCRITA A QUATRO MÃOS
 
Uma única história sobre dois personagens escrita por dois autores, simultaneamente, sem enredo e sem roteiro.

As regras:
1. Nada é combinado.
2. Um autor só escreve após um post do outro.

Naturalmente, comece pelo post mais antigo.
 
Acordei com uma dor de cabeça que não tinha desde as calouradas da faculdade.
Se eu tivesse ficado em casa, revelando fotos e tomando Campari...
Ok. Mas não foi o que fiz.

Fui a festa. Rever a Nana me fez bem. Adorei a fantasia de Capeta... hahaha... Coisas mesmo da Nana. Para representar ainda mais nossa infância, só se eu tivesse ido de anjo.

Não que a festa tenha sido ruim. Troquei certos olhares com um ou dois piratas interessantes. Mas nada que saísse disso.
O lugar não lembra Diamantina, não lembra Ouro Preto também! Não tem nada de Calabouço. O Marcelo, dono doa casa super transada que recebe esse apelido estranho, é um cara bacana.
Mas sei lá. Ontem eu tive a impressão de estar no lugar errado. Aquela sala cheia de gente, aquela bebida toda. Acho que fumei mais cigarros do que durante toda a semana. Coisa mais feia, eu sei.

Hoje não consigo pensar muito.
Não quero comer nada. Só preciso de uma bolsa de água quente para me ajudar com a cabeça.
Não. Hoje eu não vou trabalhar.
O projeto da próxima exposição fica para amanhã.
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